
É simples. Para já quero-te dizer que te adoro. Que te adoro muito. E depois eu quero lá saber que não se agradeça aos amigos. Eu agradeço-te! Agradeço-te milhões de vezes multiplicadas por os mesmos milhões. Não tenho palavras nem lábia suficiente para te agradecer totalmente. Foste tu quem entrou na minha vida já a brilhar e que ainda brilha e me faz brilhar. És mais que o Padre Diniz. Não brinco. Mas não te vou chamar irmão, normalmente os irmãos nunca se dão tão bem como os primos. Por isso queres ser meu primo? Vá lá que eu juro que nunca vou mudar este meu estilo desengonçado e esta minha maneira de ser patética. Eu juro que nunca vou despir esta pele que conheces e que ainda não te fartaste. E que conseguis-te mudar tanta coisa. Mas que a mudaste para melhor. Assim como nunca vou esquecer que és tu quem me conhece melhor que ninguém, quem me ensinou a ter força e a lutar, acreditar que Deus vai estar sempre comigo e ajudar-me, quem fez que as minhas lágrimas parassem. Assim como também nunca vou esquecer o teu nome, todos os momentos e todas as vezes que mudaste as nuvens do meu caminho e me puseste o sol a brilhar. Nunca vou esquecer, nunca, que foste tu o meu lugar de alegria e de amizade. Nem me vou esquecer que são as tuas palavras de força que quero ouvir quando tudo tiver “caído em cima de mim”. Para te ser sincera não sei como estava se nunca tivesses entrado na minha vida. Provavelmente estaria neste momento a rir-me com alguém que não eras tu. Mas não quero sequer pensar na hipótese. Não quero hiperbolizar. Se hiperbolizar for o exagero da realidade eu não hiperbolizo. Nem exagero. Talvez apenas os que não te têm a ti, ou a alguém como tu, é que hiperbolizam. Esses talvez hiperbolizem por acharem que têm alguém. Alguém assim como tu. Sabes? “Faz bem ao coração largar o que há em vão.” Por isso não faz bem ao meu coração largar-te a ti. Não faz, nem a ele nem a mim. Nunca te vou esquecer. Espero ter-te sempre. Longe ou perto. Desde que entraste na minha vida que me apercebi disso. Desde que entraste na minha vida que me apercebi de muita coisa. E tu foste uma das mais importantes. É simples Diniz e agora como também não sei como acabar este texto, vá espero que gostes. Estou farta de lamechices. Gosto muito de ti! E que para te ser sincera, já estou com saudades tuas. Fazes falta aos meus dias. Fazes mesmo falta. Vai, mas deixa algo de ti, como sempre fizes-te todos os dias, deixas-te algo de ti. Algo BOM. Mais que um amigo um primo :d Maiores felicidades.
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