sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pai.


Um pai, o meu pai, é o maior. A ti te devo tanto, mereces tudo menos sofrer. Doenças, atrás de doenças. E tu tinhas de ter uma. Porque tu? O meu pai porque? Viver não é fácil, as lágrimas caiem várias vezes, todos os dias, tenho medo, medo, de ouvir o que não quero. Não te quero perder, quero-te ter a meu lado anos e anos. Quero estar contigo e dizer, este é o meu pai. Um orgulho de pai, és a pessoa com mais força que conheço. Esse teu sorriso faz-me tão bem. As tuas palavras, dão gosto de ouvir. Ter-te a meu lado faz-me tão bem. Longe de ti, sinto-me fazia. Quero-te sempre a meu lado, pois por perto tenho medo, mas longe o medo apodera-se completamente de mim. As tuas histórias de vida são um orgulho enorme de ouvir, por mim passo horas e horas, só a ouvir-te. As tuas mãos, dão-me força, força para acreditar que tu consegues, que vais conseguir vencer tudo isto. Que daqui a uns anos, vais estar a meu lado, a contar as tuas histórias de novo, e eu com o maior sorriso vou ouvi-las as vezes que tu quiseres. Quero ser a tua pequenina para sempre. Porque PAI só existe um e tu és o MAIOR deles todos. O meu PAI o meu HERÓI.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sossega coração, inútil sossega.


Já nada vale a pena, Pará por um minuto que seja. Os sorrisos já não existem nem as palavras, ele fechou-se num mundo dele, por isso pára coração Pará. O final chegou, se alguma vez houve um começo, esse não existiu para ele, apenas para nós. Já chega coração, chega dos pontapés, dos arranhões, já nada nem ninguém pode mudar tudo o que se vê. Agora só podemos ser só nós, embora nunca o tenhamos deixado de ser. Fomos sempre e unicamente só nós. Os ventos mudaram de direcção, as água correm com mais raiva, tudo mudou, só tu coração continuas igual. Ajuda-me, ajuda-me a não encontrar mais esta ferida. Faz com que essa ferida desapareça. Sossega coração inútil sossega.

Sonhos simples sonhos


Passaram tantos dias, tantas noites sem nos vermos.
Foi numa noite, em que sonhava. Esse sonho era assim.
Um dia entrei numa vila, com o nome, vila sorriso, era uma vila diferente. Era tudo tão perfeito, as cores das casas fascinavam-me, havia casas, cor-de-rosa, azuis, verdes, cor-de-laranja, era uma mistura de cores, que faziam viver cada momento naquela vila, com a maior alegria. Naquele sitio sentia-me uma princesa. Tinha um vestido magnifico, os sapatos de cristal, e o mais importante, o meu príncipe encantado. Esse príncipe, era lindo, afinal os príncipes encantados tem de ser lindos. Ele abraçou-me, e segredou-me ao ouvido "eu amo-te minha pequenina". Foram aquelas palavras que me fizeram acreditar, que a vida pode ser melhor do que é. Em poucos segundos apareceu a grande fada madrinha, dos contos encantados. Fiquei pasmada, a olhar, afinal a fada madrinha existia. Ela converteu uma abóbora numa magnifica carruagem. Nessa carruagem fiz longas viagens com o meu príncipe. Mas momentos depois o meu sonho tornou-se num pesadelo. O meu príncipe desapareceu. Tantas lágrimas que rolaram pela minha cara, o sofrimento era mutuo. Mas talvez o príncipe tenha sido uma peça indispensável naquele sonho. Mas então porque se tornou tudo tão estranho? A fada madrinha já não converte abóboras em carruagens, mas sim o contrario, e também ela me abandonou. Abandonou-me a meio do meu grande sonho de vida. Senti-me uma marioneta a quem cortaram os fios. Fiquei frágil a tudo o que acontecia. Mas para quê este sofrimento todo? Afinal nunca passou de um grande sonho, tornado em pesadelo, do qual já nem vai aparecer mais. SONHOS SÃO SONHOS NUNCA PASSAM DISSO MESMO DE SONHOS.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O mundo era nosso.


Tanta coisa que ficou por dizer, tantas palavras perdidas no tempo. Foi amor, é amor o que sinto por ti, mas dói olhar para trás, e ver que tu não foste meu, que tudo o que passa-mos não interessou em nada para ti. Eras muito mais que um simples rapaz, eras o meu rapaz, o meu príncipe encantado. Mas meu? Não nunca foste meu, foste sempre e exclusivamente das outras. As outras que nunca vão conseguir amar-te tanto como te amei e amo. Já viste no meio disto tudo, quem é que é a burra? SOU EU. Pois burra e estúpida, incapaz de dizer, chega por ele já não sofro mais, não o quero mais para mim. Continuo perdida entre recordações, entre gestos, entre beijos, entre sentimentos do passado. Passado é isso que eu quero que sejas, mas deixas-te marcas, que mais nenhum rapaz deixou, foste a sítios onde mais nenhum foi. FOSTE ÚNICO, no meio dos outros. Mas o que é que isso te interessa a ti? NADA, nunca interessou nada, as tuas palavras saiam da boca para fora, sem significado nenhum, pois para ti nunca tive significado nenhum, fui apenas mais uma, entre tantas. Era a criança mimada, que sempre esteve disposta a ajudar-te em tudo, em ouvir-te, em aceitar tudo o que dizias, pois fui criança em ter acreditado em ti. TU SIM FOSTE CRIANÇA. A criança que eu AMEI E AMO @